Prefeito Chico de Eulina participa do “Verão do Foguete” em Cabedelo ao lado do senador Efraim Filho
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Segundo o especialista a urna não possui o hardware necessário para se conectar a uma rede e tampouco a qualquer forma de conexão com ou sem fio. “O sistema operacional contido na urna é preparado pela Justiça Eleitoral de forma a não incluir nenhum mecanismo de software que permita a conexão com redes ou o acesso remoto. Além disso, as mídias utilizadas pela Justiça Eleitoral para a preparação da urna e gravação dos resultados são protegidas por técnicas modernas de assinatura digital. A segurança e o isolamento das urnas vêm desde o seu processo de fabricação. O único cabo que ela possui é o de energia e, se for necessário, ela poderá ficar ligada somente na bateria por mais de dez horas, por exemplo, caso falte luz. As urnas também saem da fábrica sem operação e, para que entrem em funcionamento, são necessários alguns procedimentos, como o de verificação da certificação digital”, disse.
Ainda segundo Cassimiro, não há porque impor desconfiança porque, antes mesmo de serem assinados e lacrados, os programas desenvolvidos pelo TSE são submetidos a testes e, durante seis meses, colocados à disposição dos partidos políticos, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ministério Público e Polícia Federal para auditorias, através das quais, eventuais falhas, intencionais ou não, certamente podem ser identificadas. “Após todo esse procedimento e junto a órgãos de tanta credibilidade, não é possível que o funcionamento das urnas não se torne perfeitamente seguro e merecedor da confiança das demais autoridades e da população, além da participação desses órgãos, há também a fiscalização dos partidos que sempre indicam fiscais habilitados em tecnologia para acompanhar as apurações. Todas as urnas eletrônicas usam o mesmo programa e pode ser conferida a assinatura digital para provar isso, para provar se elas usaram mesmo o mesmo programa”, comentou.
PB AGORA
FALA PARAÍBA-BORGES NETO
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