Prefeito Chico de Eulina participa do “Verão do Foguete” em Cabedelo ao lado do senador Efraim Filho
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O presidente do Peru, Pedro Castillo, instituiu, nesta quarta-feira (7), um governo de exceção em todo o país, dissolvendo o Congresso e anunciando novas eleições. Em seu terceiro processo de impeachment, ele declarou estado de emergência e impôs um toque de recolher em todo o país horas antes do julgamento que poderia o tirar do poder.
Devido a essas atitudes, a Suprema Corte peruana nomeou essas atitudes como um golpe de Estado e pediu que a vice-presidente do país, que rompeu com Castillo há semanas, assuma o cargo. Dina Boluarte foi contra todo o autoritarismo do seu antigo aliado, sendo o motivo do rompimento da aliança
“Eu rechaço a decisão de Pedro Castillo de perpetrar a quebra da ordem constitucional com o fechamento do Congresso. Trata-se de um golpe de Estado que agrava a crise política e institucional que a sociedade peruana terá que superar seguindo as leis”.
A decisão de Castillo aconteceu nesta quarta-feira diretamente de um pronunciamento na televisão, onde ele reforçou algumas medidas que irá adotar temporariamente. Além de dissolver o Congresso, anunciar o governo de exceção e promover novas eleições, ele buscará a elaboração de uma Constituição nova dentro de nove meses.
Além disso, medidas totalitárias foram apresentadas pelo presidente, como o toque de recolher entre 22h e 04h, a devolução ao Estado de armas ilegais e reorganização do sistema de judicial, incluindo o Poder Judicial, o Ministério Público, a Junta Nacional de Justiça e o Tribunal Constitucional.
Apesar das controvérsias, dissolver o Congresso é algo permitido pela Constituição peruana, algo que já ocorreu em 2019, com Martín Vizcarra, e 1992, com Alberto Fujimori. No entanto, assim como a vice-presidente, os ministros da Economia e das Relações Exteriores renunciaram seus cargos e até o advogado Benji Espinoza Ramos rompeu laços com Castillo após os atos.
MaisPB com g1
FALA PARAÍBA-BORGES NETO
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