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Cícero anuncia desapropriação do Hotel Tambaú se vencedores do leilão não cumprirem projetos para voltar a funcionar

 

A problemática envolvendo a desapropriação do Hotel Tambaú, veio à tona na manhã desta quinta-feira, (1º). Durante entrevista ao Programa Arapuan Verdade do Sistema Arapuan de Comunicação, O prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (Progressistas), confirmou que gestão municipal vai colocar para frente a desapropriação do Hotel Tambaú caso o vencedor do leilão não decida investir no local.

Durante a entrevista, Cícero Lucena explicou há um decreto municipal, de 2020, determinando a desapropriação do Hotel Tambaú em favor da Prefeitura da Capital. Com isso, ele falou que aguarda uma sinalização do atual proprietário sobre o que ele fará com o terreno.

“Temos um decreto de desapropriação. Havia questionamento judicial de quem era o direito no leilão e nós estamos agora chamando o proprietário para que ele tome uma decisão e assine um TAC, dizendo o que e quando ele vai fazer com o hotel. Se não, vamos continuar com interesse de desapropriação, a exemplo com o que fizemos com um prédio no Ponto de Cem Réis”, afirmou Cícero Lucena.

O prefeito disse ainda que caso o projeto de desapropriação vá para frente, a intenção de Cícero Lucena é lançar um edital público de chamamento de empresas nacionais e internacionais que queiram assumir o hotel.

“Vamos fazer um chamamento para empresários apresentarem propostas. Queremos redes hoteleiras nacionais e internacionais operando esse hotel. A Prefeitura quer que as coisas funcionem. Não podemos esperar a vontade do investidor”, argumentou o prefeito.

 

História – O hotel viveu uma disputa judicial entre dois grupos: o advogado paraibano Rui Galdino, que venceu um leilão em 2020, mas o negócio foi judicializado após denúncias de irregularidades, e o Grupo Arnaldo Gaspar, que venceu um leilão em 2021, que também foi judicializado.

Ainda em 2021, uma decisão judicial determinou que Rui Galdino, um dos sócios da empresa AMPAR, era, de fato, o vencedor do leilão. O local foi comprado por R$ 40 milhões.

 

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