Prefeito Chico de Eulina participa do “Verão do Foguete” em Cabedelo ao lado do senador Efraim Filho
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Na última quarta-feira (17), o Conselho Tutelar de Cabedelo atendeu a uma denúncia de violência infantil envolvendo uma criança de 5 anos, encaminhada pela avó da menina. A denúncia revelou que a mãe da criança havia a agredido brutalmente.
De acordo com o conselheiro Estevão Viana, a denúncia foi recebida por volta das 21h45 da terça-feira (16). Imediatamente, a equipe do Conselho Tutelar se dirigiu à residência da mãe. No local, a mãe demonstrou resistência em admitir as agressões, e a criança estava coberta com roupas que dificultaram a verificação inicial dos sinais de violência. Apesar disso, os conselheiros decidiram remover a menina da residência e a levaram para a casa da avó materna.
Na manhã seguinte, o Conselho Tutelar revisitou o local e confirmou a presença de hematomas, dentes quebrados, lábios feridos e nariz machucado na criança. A menina se queixava de dores abdominais e foi imediatamente levada ao hospital. Embora as dores não tenham sido causadas por lesões internas graves, os exames revelaram múltiplas escoriações pelo corpo, sugerindo um histórico de agressões anteriores. O Instituto de Polícia Científica (IPC) foi acionado para produzir laudos detalhados sobre as lesões.
A família paterna, residente no Rio Grande do Norte, foi chamada, e a criança foi colocada sob a responsabilidade deles. A mãe da menina foi presa sob suspeita de ter espancado a filha. O Conselho Tutelar e a Delegacia da Mulher estão colaborando para garantir a proteção e os direitos da criança. Estevão Viana destacou a importância da ação rápida e coordenada para assegurar o bem-estar da menor, ressaltando que a criança agora está em segurança e com seus direitos garantidos.
Entretanto, no âmbito judicial, o caso gerou grande repercussão. A mãe e seu companheiro, que foram detidos em flagrante, passaram por audiência de custódia e foram liberados com medidas cautelares, incluindo a imposição de tornozeleiras eletrônicas e restrições de movimento, como não sair da cidade e não permanecer na rua após determinado horário.
A decisão gerou indignação pública, com muitos questionando o tratamento legal dispensado aos envolvidos, considerando a gravidade das agressões. A mãe e o companheiro, apesar das restrições, foram liberados e devem responder ao processo em liberdade.
BLOG DO BRUNO LIRA
FALA PARAÍBA-BORGES NETO
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