Em Brasília, Efraim recebe a 'Caminhada da Liberdade' e afirma: "É sobre justiça, liberdade e futuro"
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Segundo o Dieese, a Paraíba respondeu por 1,2% do total do 13º pago no Brasil e por 7,3% da circulação no Nordeste. O montante no Estado ficou distribuído assim:
A média de recebimento por pessoa foi estimada em R$ 2.199,35.
Raízes das dívidas
O avanço da inadimplência tem motivos claros:
Outras razões são: o uso excessivo de crédito, especialmente cartão e cheque especial, ampliado pelos juros altos; o endividamento por terceiros, quando consumidores emprestam nome ou cartão; e a pressão do aumento do custo de vida, que encarece itens essenciais como energia, combustíveis e alimentação. Outro fator em ascensão é o impacto das apostas esportivas online, que têm capturado atenção das instituições de crédito como elemento de risco.
As dívidas mais comuns no Estado seguem a tendência nacional:
No Brasil, 80,6 milhões de pessoas terminam o ano negativadas — a maior marca da série histórica pelo 11º mês seguido — com valor médio de dívida acima de R$ 6,2 mil. Mais da metade dos inadimplentes já passou pela mesma situação no passado. Apesar do alto percentual de 44% de adultos endividados, a Paraíba está cerca de 5% abaixo da média nacional e figura como o sexto estado com menor percentual de inadimplentes, conforme gráfico abaixo, da Serasa.

Fechando o ano, os mutirões de renegociação se consolidaram como uma das principais rotas de alívio. Em 2025, segundo o Procon-PB, foram firmados acordos, no estado, que somam R$ 10,3 milhões, com descontos médios superiores a 80%. Desse total, R$ 884,3 mil vieram de negociações com a Energisa e R$ 1,32 milhão com a Cagepa. O restante envolve bancos, financeiras e operadoras. As ações têm garantido respiro imediato, restauração do crédito e a reintegração de milhares de famílias ao mercado de consumo, em um ano marcado pela pressão das dívidas.
Jornal da Paraíba
FALA PARAÍBA-BORGES NETO
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