Em Brasília, Efraim recebe a 'Caminhada da Liberdade' e afirma: "É sobre justiça, liberdade e futuro"
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A Câmara dos Deputados cassou nove parlamentares desde 2005, considerando apenas as perdas de mandato decididas diretamente pelo plenário, sem determinação prévia da Justiça.
Desde a redemocratização, mais de 40 deputados federais já perderam seus mandatos. Nos últimos anos, porém, a Casa tem se mostrado mais resistente a cassações políticas.
Em contrapartida, cresceu o número de deputados que perderam o cargo por decisões judiciais ou administrativas. Esse movimento marca uma mudança no perfil das perdas de mandato.
A atual legislatura, de 2023 a 2027, é uma das que mais registraram trocas forçadas. Pelo menos 10 deputados já deixaram o cargo por decisões externas ao plenário.
Nesta quinta-feira (18), mais dois deputados perderam o mandato. Eduardo Bolsonaro e Alexandre Ramagem foram cassados por decisão da Mesa Diretora da Câmara.
Eduardo Bolsonaro perdeu o cargo por exceder o número de faltas permitido. Alexandre Ramagem foi cassado após condenação pelo STF no julgamento da trama golpista.
Ao considerar apenas cassações aprovadas pelo plenário da Câmara, foram nove deputados desde 2005. Essas decisões não dependeram de sentenças judiciais prévias.
Outros deputados perderam o cargo por determinação da Justiça. É o caso de Deltan Dallagnol (PODE-PR), Silvia Waiãpi (PL-AP), Gilvan Máximo (Republicanos-DF) e Sonize Barbosa (PL-AP).
Também há casos de parlamentares que renunciaram antes da votação da cassação. Isso ocorreu com Carla Zambelli.
Ela escapou da cassação no plenário, mas foi alvo de decisão do Supremo Tribunal Federal. Antes da perda imediata do mandato, renunciou ao cargo enquanto estava presa na Itália.
Band/UOL
Blog do bruno lira
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