Em Brasília, Efraim recebe a 'Caminhada da Liberdade' e afirma: "É sobre justiça, liberdade e futuro"
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Em dezembro, a Aneel havia definido a categoria amarela para a bandeira, o que significou um custo extra, no caso de R$ 1,88 a cada 100kWh, menor do que no mês anterior, em novembro, que a bandeira tarifária foi a vermelha patamar 1, o que representou umcusto extra de R$ 4,46 a cada 100 kWh.
No caso da bandeira tarifária de dezembro, a Aneel informou que esta é a primeira vez, desde 2019, que a bandeira amarela é acionada para o mês de dezembro. Entre setembro de 2021 e abril de 2022, vigorou a bandeira de escassez hídrica devido às condições hidrológicas daquele período.
O rebaixamento para a categoria verde em janeiro diz respeito a “uma manutenção do volume de chuvas e do nível dos reservatórios das usinas, e em janeiro de 2026 não será necessário despachar as usinas termelétricas na mesma quantidade do mês anterior, o que evita a cobrança de custos adicionais na conta de energia do consumidor”, conforme comunicado da agência.
O sistema de cores da Aneel representa as condições de geração de energia. Se chove pouco e as hidrelétricas geram menos, é preciso acionar usinas termelétricas, que são mais caras, e logo a cor das bandeiras fica mais próxima do vermelho.
Para pagar por essas usinas, a Aneel aciona as bandeiras amarela, vermelha 1 ou vermelha 2, com taxas extras na conta de luz. Abaixo quanto custa, em média, cada acréscimo:
Cada bandeira tarifária acionada pela Aneel pode gerar um custo extra ao consumidor:
Com informações de g1
FALA PARAÍBA-BORGES NETO
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