Em Brasília, Efraim recebe a 'Caminhada da Liberdade' e afirma: "É sobre justiça, liberdade e futuro"
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A queda do desemprego veio acompanhada de novos recordes de ocupação. O país chegou a 103,2 milhões de pessoas ocupadas, elevando o nível de ocupação para 59,0% da população de 14 anos ou mais, também o maior da série. Segundo Adriana Beringuy, coordenadora de Pesquisas por Amostra de Domicílios do IBGE, a manutenção do emprego em patamar elevado ao longo de 2025 reduziu significativamente a pressão por busca de trabalho e sustentou a queda da desocupação.
Os indicadores de subutilização, que mostram quantas pessoas poderiam estar trabalhando mais ou trabalhando de fato, mas não estão, reforçam o quadro positivo. A taxa caiu para 13,5%, a menor da série, com a população subutilizada recuando para 15,4 milhões de pessoas. No recorte setorial, a expansão do emprego no trimestre foi puxada pela administração pública, educação e saúde, enquanto, na comparação anual, também houve avanço em transporte e logística. A informalidade caiu para 37,7%, influenciada pelo recorde de trabalhadores com carteira assinada, que chegou a 39,4 milhões, e pelo aumento do emprego no setor público.
A melhora do mercado de trabalho também se refletiu na renda. O rendimento médio real habitual alcançou 3.574 reais, novo recorde da série, com alta de 4,5% em um ano. Com mais pessoas trabalhando e salários mais altos, a massa de rendimentos chegou a 363,7 bilhões de reais, quase 20 bilhões a mais do que no mesmo período de 2024, reforçando o impulso do trabalho e da renda sobre a economia.
PAUTA REAL
FALA PARAÍBA-BORGES NETO
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