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Apesar das críticas e das resistências dentro do próprio governo, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), tem reiterado que a PEC da Segurança Pública seguirá como prioridade na Casa. A declaração contrasta com a avaliação do líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE), que afirmou ao Valor que a proposta “subiu no telhado” e teria poucas chances de avançar antes das eleições.
Segundo auxiliares de Motta, o tema deve permanecer no centro da agenda no início dos trabalhos legislativos de 2026. O presidente da Câmara tem defendido que os Três Poderes enfrentem a discussão da segurança pública, classificando o tema como sensível a população. Um levantamento Genial/Quaest divulgado na quarta-feira (14/01) mostrou que 31% dos entrevistados apontam a violência como a principal preocupação do país.
Em meio à pressão do governo por alterações no relatório, Motta reafirmou nesta terça-feira (13/01) que pretende colocar a proposta em debate logo após o recesso parlamentar. Ele afirmou ter conversado com o relator da PEC, Mendonça Filho (União-PE), e indicou que ainda há margem para ajustes antes da análise pela comissão especial.
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